Fenix
Sou dona de mim, da minha vida e do meu destino.
Sigo o meu bom senso, minha razão, minha emoção, minha liberdade que está sempre com sede de inovações.
Sigo o meu bom senso, minha razão, minha emoção, minha liberdade que está sempre com sede de inovações.
Bom viver assim, sem amarras, sem apego ao passado e sem preocupações com questões que ainda não foram superadas, porque eu tenho fé e quem tem fé sabe que no final tudo irá dar certo!
O mundo ainda tem muito a evoluir, eu tenho muito a evoluir, há muito que superar ainda.
Eu penso, reflito e analiso... Nem sempre concordo, nem sempre aceito, nem sempre participo do que não me é interessante.
Sou um serviço mutante, sou uma constante mutação... Eu sei disso!
Sou eu mesma, nem mais nem menos... Sempre eu mesma!
Não sou normal, porque ser normal é muito chato, repetitivo, monótono.
Pessoas se foram, pessoas virão... O importante é como essas pessoas vão se lembrar de mim.
Olho a vida por prismas multifacetários e sou capaz de mudar de opinião, de gosto, de estilo...
E daí? Eu gosto de transformações, não só a transformação física, mas a abstrata, a intrínseca, a de alma... A beleza e a juventude vão-se embora, mas o conteúdo de quem eu sou ficará ao longo da minha jornada!
Alessandra
Goiania 05 de outubro de 2010.
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